O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

Temos procedência confiável na carne que consumimos?

Podemos comer nossos pratos de carne seca em casa, em restuarntes, em bares, em barraquinhas, feiras, etc.
Mas como foi preparada a carne? Como foi salgada?
Em que lugar foi estendida para secar?
Em caso de dúvida, melhor não consumir.
Como todo alimento, a carne seca também precisa ser produzida com padrões da vigilância sanitária.

Brasília (30.7.2010) - Carnes, presunto, salsicha, manteiga, leite e derivados, mel, peixe e enlatados. Todos os produtos de origem animal comercializados devem ter garantia de qualidade estampada nos rótulos para serem comercializados. O selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) identifica os alimentos com procedência conhecida, registrados e inspecionados pelo governo.  
http://www.agricultura.gov.br/

Enquete 3
Sobre as condições de produção e comercialização da carne seca
.
Acesse e vote. Ultra rápido.

Notícia: Tradicional carne de sol produzida em Montes Claros e Mirabela não apresenta condições adequadas para o consumo, indica dissertaçãoura
(1º de julho de 2010)
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais
Produto típico da região norte-mineira e muito apreciado pelos consumidores da região, a carne de sol pode esconder, por trás de seu marcante paladar, riscos à saúde. É o que aponta pesquisa desenvolvida pelo Instituto de Ciências Agrárias (ICA) da UFMG em 30 estabelecimentos que produzem e vendem carne de sol nas cidades de Montes Claros e Mirabela. “Normalmente, o processo é realizado em condições precárias de higiene e sem controle de qualidade, comprometendo a conservação e a comercialização”, alerta a pesquisadora Aline Luciane de Moura Cruz. Leia a notícia completa...

Notícia: Manipulação inadequada pode comprometer carne de sol
Fonte: Agência USP de Notícias
(25/fevereiro/2010)
A carne de sol é muito procurada em casas do norte, que vendem alimentos típicos do Nordeste brasileiro, mas uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP revela que 90,9% do produto é comercializado sob condições higiênicas e sanitárias inadequadas. Leia a notícia completa...